quarta-feira, 28 de maio de 2008

Despedida de militar que parte para a guerra.


Militar despede-se da namorada, antes de partir para a guerra e diz-lhe: "Não chores, eu escrevo-te!" As legendas são apresentadas em três línguas: francês, inglês e russo.

Grande Guerra (1914-18). Participação portuguesa (1917-18).


















segunda-feira, 25 de fevereiro de 2008

Escultores do século XIX - Soares dos Reis


Soares dos Reis (1847 – 1889) foi um importante escultor português.

António Manuel Soares dos Reis nasceu em 1847 na freguesia de Mafamude, Vila Nova de Gaia. Em 1861, com 13 anos de idade, Soares dos Reis iniciou seus estudos de desenho na Academia Portuense de Belas Artes com o Mestre João Correia, concluindo o curso em 1866. De 1867 a 1870 viveu em Paris e, em 1872, em Roma. Em seguida viveu no Porto, onde recebeu vários prémios. A partir de 1880 foi professor na Academia Portuense de Belas Artes.

Suicidou-se em 1889 no seu ateliê em Vila Nova de Gaia.

Em 1911 o chamado Museu Portuense, instalado no edifício do Convento de Santo António da Cidade, actual edifício da Biblioteca Pública Municipal do Porto, passou a chamar-se Museu Soares dos Reis em sua homenagem. Grande parte do espólio do escultor faz parte da colecção do Museu.


Busto de Fontes Pereira de Melo


O Desterrado, 1872

Pintores do século XIX - Columbano Bordalo Pinheiro


Columbano Bordalo Pinheiro (Lisboa, 21.Novembro.1857 — Lisboa, 6.Novembro.1929). dedicou-se sobretudo à pintura de figura, tendo sido autor de retratos das mais significativas personalidades dos últimos anos do século XIX e do início do século XX em Portugal. A sua pintura caracteriza-se por uma certa sobriedade de cores, escuras em geral.


Escritor Antero de Quental, 1889


Poeta Bulhão Pato, 1883

Pintores do século XIX - José Malhoa


José Malhoa, nascido nas Caldas da Rainha em 28.Abril.1854 e falecido em Figueiró dos Vinhos, em 26.Outubro.1933, foi um dos mais importantes pintores portugueses do século XIX. Dedicou-se sobretudo à pintura de paisagens campestres, nas quais exibiu um gosto especial no tratamento da luz.


A Seara Invadida, 1881


Praia das Maçãs, 1918


Outono, 1919

Arquitectura do ferro - Elevador de Santa Justa

Arquitectura do ferro - Elevador de Santa Justa, Lisboa

O elevador de Santa Justa, em Lisboa, é da autoria de Raoul Mesnier du Ponsard. Apesar do nome, o autor era português e nascido na cidade do Porto.

Arquitectura do ferro - Palácio de Cristal, Porto








Palácio de Cristal, Porto (destruído), da autoria do arquitecto inglês Thomas Dillen Jones, era feito em granito, ferro e vidro.

Alexandre Herculano - História de Portugal

História de Portugal - Desde o começo da monarquia até ao fim do reinado de D. Afonso III, obra monumental de Alexandre Herculano que infelizmente ficou incompleta.

Escritores do século XIX - Alexandre Herculano

Alexandre Herculano, o "pai" do romance histórico português, autor de obras de ficção e também historiador - para além de agricultor de grande prestígio, nos últimos anos da sua vida.

Eça de Queirós - O Primo Basílio

O Primo Basílio, um dos mais conhecidos livros de Eça de Queirós, aqui em edição brasileira.

Escritores do século XIX - Eça de Queirós

Eça de Queirós (umas vezes surge escrito com "z", outras com "s"), de seu nome completo José Maria de Eça de Queirós (Póvoa de Varzim, 25.Novembro.1845 — Paris, 16.Agosto.1900), é por muitos considerado o melhor escritor realista português do século XIX. Foi autor, entre outros romances de importância reconhecida, de Os Maias e O crime do Padre Amaro.

sexta-feira, 22 de fevereiro de 2008

Júlio Dinis - A Morgadinha dos Canaviais

Encontrarás e poderás ler o romance A Morgadinha dos Canaviais, de Júlio Dinis, em texto integral, se clicares no título do livro.

Resumo desta obra:

Henrique de Souselas, moço rico , elegante e, para variar, entediado , deixa Lisboa e vai para a casa de sua tia Dorotéia, numa aldeia do Minho. Busca aí a cura para o seu mal: o tédio, o aborrecimento. Logo fica bem, apaixona-se por Madalena (a morgadinha) que o trata com ironia. Cristina, prima de Madalena, apaixona-se por Henrique. Este percebe que a morgadinha parece corresponder ao afecto de um professor rural, Augusto. Ficam rivais, tratam-se mal. Constrói-se uma linha de caminho-de-ferro no local e ao mesmo tempo são proibidos os enterros nas igrejas. Ocorrem confusões em torno dos acontecimentos e Henrique casou com Cristina e Augusto casou com Madalena.

in Cola da Web

Escritores do século XIX - Júlio Dinis

Joaquim Guilherme Gomes Coelho (Porto, 14.Novembro.1839 – Porto, 12.Setembro.1871) foi um médico e escritor português. Usou o nome literário de Júlio Dinis. A Morgadinha dos Canaviais, As Pupilas do Senhor Reitor, Os Fidalgos da casa Mourisca e Uma Família Inglesa (este passado na cidade do Porto), são os seus romances mais famosos.

Almeida Garrett - Frei Luís de Sousa















Edição moderna de Frei Luís de Sousa, do escritor Almeida Garrett, e cartaz do filme português baseado nesta obra, realizado em 1950.

Escritores do século XIX - Almeida Garrett

João Baptista da Silva Leitão e mais tarde visconde de Almeida Garrett, (Porto, 4.Fevereiro.1799 — Lisboa, 9.Dezembro.1854) foi um escritor e dramaturgo romântico, orador, Par do Reino, ministro e secretário de Estado honorário português.
Grande impulsionador do teatro em Portugal, uma das maiores figuras do romantismo português, foi ele quem propôs a edificação do Teatro Nacional de D. Maria II e a criação do Conservatório de Arte Dramática.
Os seus livros mais conhecidos são a peça de teatro Frei Luís de Sousa e o romance Viagens na Minha Terra.

Camilo Castelo Branco - Amor de Perdição


Amor de Perdição, talvez o romance mais conhecido de Camilo Castelo Branco, aqui numa edição da Livraria Moré (Porto e Braga), de 1879, ainda em vida do autor.

Escritores do século XIX - Camilo Castelo Branco









Camilo Castelo Branco, de seu nome completo
Camilo Ferreira Botelho Castelo Branco
(nasceu em Lisboa, a 16.Março.1825, e morreu em São Miguel de Seide, a 1.Junho.1890). Foi autor de livros famosos como Amor de Perdição e Queda de um Anjo, entre muitos outros.

domingo, 17 de fevereiro de 2008

Os primeiros selos portugueses, em 1853










Portugal aderiu ao sistema de colocação de selos nas cartas, postais e encomendas, no reinado de D. Maria II. Os primeiros selos portugueses começaram a circular em 1.Julho.1853, com as taxas de 5 e de 25 réis, respectivamente castanho avermelhado e azul esverdeado. Pouco depois, ainda no mesmo mês, foram emitidas as taxas de 50 e 100 réis, em verde e em lilás. Apresentam, todos, a efígie (cabeça, rosto) da Rainha D. Maria II e foram gravados por Francisco Borja Freire.

O bilhete postal dos Correios


E aqui podes ver dois exemplares de postais dos Correios dos primeiros tempos. Podiam enviar-se para todo o país, Açores e Madeira, para além de Espanha. No lado oposto, o postal estava em branco. Era aí que se escreviam as mensagens, tal como hoje. Que tal ires ao correio da tua zona comprar um Bilhete Postal e fazeres uma surpresa aos teus pais, enviando-lhes um?

Uma caixa de correio de 1896

Uma caixa de correio de 1896. Não muito diferente das de hoje, tirando a cor e o tipo de letras...

O telefone

















O telefone foi outro dos meios de comunicação que permitiram uma maior facilidade de contactos entre as pessoas na segunda metade do século XIX. Claro que não tinham o aspecto dos de hoje...

Telégrafo, telegrafia...








Se clicares na imagem, poderás ver o telégrafo a trabalhar.



Nota da Wikipedia:


A telegrafia foi inventada por Samuel Finley Breese Morse, nascido em 27 de Abril de 1791, em Charlestown, Massachusetts, Estados Unidos.

Estudou no Yale College, onde se interessou por electricidade. Em 1832, durante uma viagem de navio, participou de uma conversa sobre o electroímã, dispositivo ainda pouco conhecido. Em 1835 construiu finalmente seu primeiro protótipo funcional de um telégrafo, pesquisando-o até 1837, quando finalmente passou a dedicar-se inteiramente ao seu invento. Em meados de 1838 finalmente estava com um código de sinais realmente funcional chamado Código Morse.


















Conseguindo em 1843 recursos financeiros para seu invento através do Congresso norte-americano, em 1844 foi terminada a primeira linha telegráfica ligando Baltimore a Washington, DC, quando se deu a primeira transmissão oficial cuja mensagem foi: "What hath God wrought!" (Que obra fez Deus!)

Samuel Morse faleceu em 2 de Abril de 1872, em Nova York.

Ainda hoje o Código Morse é utilizado no mundo inteiro pelo radioamadorismo.


















Nesta imagem do jornal Harper's Weekly, de 24.Janeiro.1863, vemos soldados do Exército dos Estados Unidos da América estendendo linha para a construção de mais um troço de telégrafo.